"É óbvio que o potencial de uma águia será realizado no vagar
pelo céu, no mergulho para caçar pequenos animais, na
construção dos ninhos.
É óbvio que o potencial de um elefante será realizado através
do tamanho, força e desajeitamento.
Nenhuma águia quer ser elefante, nenhum elefante
quer ser águia.
Eles "aceitam" a si mesmos, aceitam o seu "ser".
Não, nem mesmo aceitam a si mesmos, pois isso poderia
significar uma possível rejeição.
Eles se assumem por princípio. Não, nem mesmo se
assumem por princípio, pois isso implicaria a possibilidade
de serem diferentes.
Eles apenas são, eles são o que são, o que são...
Que isto fique para o homem: tentar ser algo que não o é -
ter ideias que não são atingíveis, ter a praga do
perfeccionismo para estar livre de críticas, e abrir a fenda infinita da tortura mental."
Frederick Perls
Indicação: Ingrid Lohmann
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Seminário Psicologia Organizacional e do Trabalho em Florianópolis
O papel da(o) Psicóloga(o) Organizacional e do Trabalho: Desafios e Oportunidades é o tema do Seminário que ocorre nos dias 7 e 8 de outubro, em Florianópolis.
O evento é uma realização do CRP-12. A justificativa para a realização baseia-se na constatação por meio de estudos e pesquisas que a atuação da(o) psicóloga(o) organizacional e do trabalho caracteriza-se ainda por um modelo tradicional, onde a aplicação de técnicas e procedimentos predomina em suas atividades. Porém, com as mudanças ocorridas no mundo do trabalho, a(o) psicóloga(o) precisa ampliar a sua forma de atuação e suas competências pessoais, interpessoais e políticas.
Espera-se assim que suas atividades se estendam além daquelas realizadas tradicionalmente, ou seja, espera-se que a(o) mesma(o) atue no que tange as estratégias, elaboração e intervenção de políticas da organização, aproximando assim as necessidades individuais e organizacionais.
Por isso, esta temática não pode ser discutida apenas com a categoria. A discussão envolve a força sindical, a SBPOT, os órgãos governamentais responsáveis pela fiscalização e promoção de políticas públicas na área, o poder legislativo estadual e os órgãos de controle social.
Pelo apresentado acima, o Conselho Regional de Psicologia de Santa Catarina (CRP-12) dá inicio às articulações na área da Psicologia Organizacional e do Trabalho, diretriz proposta no VII Congresso Nacional de Psicologia e plataforma da atual gestão.
Público alvo - Categoria profissional; cursos de graduação em Psicologia e pós graduação na área do trabalho de instituições de ensino superior; cursos de especialização credenciados no CFP; psicólogas(os) especialistas em Psicologia Organizacional e do Trabalho; Fórum de Saúde do Trabalhador; sindicatos; SBPOT; órgãos governamentais ligados ao mundo do trabalho; Fórum de Entidades da Psicologia; pessoas juridicas ligadas a área da Psicologia Organizacional e do Trabalho credenciadas no CRP-12.
Objetivos
- Caracterizar o papel da(o) psicóloga(o) nas organizações de trabalho;
- Identificar os desafios/oportunidades e dificuldades na área da Psicologia Organizacional e do Trabalho;
- Analisar as condições e relações de trabalho da(o) psicóloga(o) organizacional e do trabalho;
- Conhecer as ações realizadas pelas(os) psicólogas(os) no que tange à saúde do trabalhador;
- Discutir aspectos da avaliação psicológica no âmbito da Psicologia Organizacional e do Trabalho;
- Desenvolver ações a partir das demandas identificadas com os profissionais da área.
Programação preliminar
Sexta-feira 07/10
18h30 – Inscrições e coffee break
19h30 – Abertura
Mesa de abertura:
- Marilene Wittitz – Presidente do CRP
- Deise Maria do Nascimento – Represente do CFP
- Representante do Ministério do Trabalho e Fórum Catarinense de Saúde do Trabalhador
- Jose Álvaro Cardoso – Representante Dieese
- Fernanda Magano – FENAPSI
- Representante da ABEP
- Representante FECOMERCIO
20h00 – Conferência Magna: O papel do Psicólogo Organizacional e do Trabalho: Desafios e Oportunidades
– Wanderley Codo
Coordenadora de mesa: Liani M H Favretto
Sábado 08/10
8h30h – 12h30 – Mesa redonda: Construção Histórica da Psicologia Organizacional e do Trabalho
- Liani Favretto
• Perspectivas atuais do psicólogo no mundo do trabalho
• Intervenções da(o) psicóloga(o) (precarização do trabalho; jornada de trabalho; remuneração, assédio moral; relações de trabalho; metas)
- Fernanda Magano
• Intervalo
• Debate
- Coordenadora de mesa: Jaira Rodrigues
13h30 – 14h30 – Trabalhos em grupos
Eixo 1: Saúde do Trabalhador
- Mediador: Representante do Fórum Catarinense de Saúde e Segurança do Trabalhador
Eixo 2: Desafios da inserção do psicólogo nas organizações de trabalho
- Mediador: Fernanda Magano
Eixo 3: Dificuldades no cotidiano do psicólogo nas organizações de trabalho
- Mediador a confirmar
Eixo 4: Avaliação Psicológica na área da Psicologia Organizacional e do Trabalho
- Mediador: Dr. Roberto Cruz
14h30 – 15h30 – Plenária – Apresentação das proposições elaboradas pelos grupos
15h30 – 16h00 – Encaminhamentos
16h00 – Encerramento (Coffe break)
INSCRIÇÕES EM BREVE NO SITE DO CRP/SC
SERVIÇO
SEMINÁRIO PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL E DO TRABALHO – “O papel da(o) Psicóloga(o) Organizacional e do Trabalho: Desafios e Oportunidades”
Realização: CRP-12
Data: 7 e 8 de outubro
Local: Hotel Deville - Rua Felipe Schmidt, 1320 - Florianópolis (SC)
SEMINÁRIO PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL E DO TRABALHO – “O papel da(o) Psicóloga(o) Organizacional e do Trabalho: Desafios e Oportunidades”
Realização: CRP-12
Data: 7 e 8 de outubro
Local: Hotel Deville - Rua Felipe Schmidt, 1320 - Florianópolis (SC)
Informações sobre hotéis e transporte foram enviadas por e-mail, verifiquem!
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
INCONSCIENTE - A ARTE DE DESENHAR NA INFÂNCIA.
Por meio do grafismo infantil, a criança pode manifestar algumas de suas emoções e revelar como ela interpreta seu entorno e as personagens que o compõe, sobretudo, das pessoas com quem convive diretamente.
Por Kiara Elaine Santos da Silva, Ida Janete Rodrigues e Thiago de Almeida
Se, antigamente, o desenho não tinha qualquer relevância, ou seja, era visto como uma linguagem num sentido mais restrito, atualmente, por meio de pesquisas na área, percebe-se que buscar entender o grafismo infantil é uma forma de entender a própria criança e o seu emocional. Ao analisar o grafismo infantil, o profissional da área passa a compreender melhor a criança, sua vida, seu grupo social e, principalmente, seu emocional. Portanto, ao refletir sobre a importância do desenho, o seu desenvolvimento e a sua interpretação, cabe pensar que a criança é um ser completo e ao tomar posse do papel, ela nos mostra sua realidade e o produto dessa realidade que está repleto de sentimentos.
O termo 'desenho' é a "representação de formas sobre uma superfície, por meio de linhas, pontos e manchas, com objetivo lúdico, artístico, científico, ou técnico. A arte e a técnica de representar, com lápis, pincel, etc., um tema real ou imaginário, expressando a forma". Assim, o desenho, primeira manifestação da escrita humana, continua sendo a primeira forma de expressão usada pela criança.
Por séculos, a criança era vista como uma miniatura do adulto e sua expressão gráfica nunca havia sido valorizada, pois era considerada imperfeita, e inferior a dos adultos. Mas Rousseau (1712-1778) veio dissipar essa ideia, pois considerava a infância uma etapa distinta e importante do desenvolvimento em direção à idade adulta. Segundo Rousseau: "A criança é uma criança, não um adulto". Desta maneira, surge uma nova visão do desenvolvimento da criança, que passa a poder demonstrar seu prazer e interesse em desenhar e expressar o que sente até mesmo que inconscientemente. Seus feitos ganham vivacidade por representar também o que ela conhece em relação ao mundo.
Por meio do desenho livre a criança desenvolve noções de espaço, tempo, quantidade, sequência, apropriando-se do próprio conhecimento, que é construído respeitando seu ritmo. Tendo essa concepção de respeito ao ritmo individual de cada criança que as escolas e creches estão sendo alicerces para estimulá-las no desenhar, pois os profissionais acreditam que essa atividade artística é parte importante tanto para o desenvolvimento infantil, como para o conhecimento dos alunos.
A criança toma posse do conhecimento mediante a sua representação. Seja, no início, por meio de rabiscos até um esquema corporal mais elaborado, cada desenho da criança reflete um estágio de desenvolvimento. E se o desenho revela um estágio do desenvolvimento da criança, o mesmo pode ser dito em relação ao progresso do desenho propriamente dito, pois mediante o crescimento dela, o seu desenho também evolui a olhos vistos. Se, a princípio, a criança apenas experimenta muito mais do que expressa (por volta dos 18 aos 24 meses), o mesmo não acontece à medida em que cresce; pois o desenho ganha um outro aspecto, ou seja, o de não só representar o que para ela significa o real, ao mesmo tempo em que se transforma em um jogo.
O desenho representa, em parte, a mente consciente da criança, mas também é uma forma interessante de fazer uma conexão com o inconsciente. Portanto essa manifestação da criança está repleta de simbolismo e mensagens.
Ao pensar na questão do modelo, percebe-se que a criança ao desenhar, na realidade, está expondo o seu "mundo real" para os demais, como ela o vê e sente. O desenho manifesta o desejo da representação, mas também, antes de tudo, é medo, é opressão, é alegria, é curiosidade, é afirmação, é negação. Ao desenhar, a criança passa por um intenso processo vivencial e existencial.
Fonte: Revista Psique
Por Kiara Elaine Santos da Silva, Ida Janete Rodrigues e Thiago de Almeida
Se, antigamente, o desenho não tinha qualquer relevância, ou seja, era visto como uma linguagem num sentido mais restrito, atualmente, por meio de pesquisas na área, percebe-se que buscar entender o grafismo infantil é uma forma de entender a própria criança e o seu emocional. Ao analisar o grafismo infantil, o profissional da área passa a compreender melhor a criança, sua vida, seu grupo social e, principalmente, seu emocional. Portanto, ao refletir sobre a importância do desenho, o seu desenvolvimento e a sua interpretação, cabe pensar que a criança é um ser completo e ao tomar posse do papel, ela nos mostra sua realidade e o produto dessa realidade que está repleto de sentimentos.
O termo 'desenho' é a "representação de formas sobre uma superfície, por meio de linhas, pontos e manchas, com objetivo lúdico, artístico, científico, ou técnico. A arte e a técnica de representar, com lápis, pincel, etc., um tema real ou imaginário, expressando a forma". Assim, o desenho, primeira manifestação da escrita humana, continua sendo a primeira forma de expressão usada pela criança.
Por séculos, a criança era vista como uma miniatura do adulto e sua expressão gráfica nunca havia sido valorizada, pois era considerada imperfeita, e inferior a dos adultos. Mas Rousseau (1712-1778) veio dissipar essa ideia, pois considerava a infância uma etapa distinta e importante do desenvolvimento em direção à idade adulta. Segundo Rousseau: "A criança é uma criança, não um adulto". Desta maneira, surge uma nova visão do desenvolvimento da criança, que passa a poder demonstrar seu prazer e interesse em desenhar e expressar o que sente até mesmo que inconscientemente. Seus feitos ganham vivacidade por representar também o que ela conhece em relação ao mundo.
Por meio do desenho livre a criança desenvolve noções de espaço, tempo, quantidade, sequência, apropriando-se do próprio conhecimento, que é construído respeitando seu ritmo. Tendo essa concepção de respeito ao ritmo individual de cada criança que as escolas e creches estão sendo alicerces para estimulá-las no desenhar, pois os profissionais acreditam que essa atividade artística é parte importante tanto para o desenvolvimento infantil, como para o conhecimento dos alunos.
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A criança toma posse do conhecimento mediante a sua representação. Seja, no início, por meio de rabiscos até um esquema corporal mais elaborado, cada desenho da criança reflete um estágio de desenvolvimento. E se o desenho revela um estágio do desenvolvimento da criança, o mesmo pode ser dito em relação ao progresso do desenho propriamente dito, pois mediante o crescimento dela, o seu desenho também evolui a olhos vistos. Se, a princípio, a criança apenas experimenta muito mais do que expressa (por volta dos 18 aos 24 meses), o mesmo não acontece à medida em que cresce; pois o desenho ganha um outro aspecto, ou seja, o de não só representar o que para ela significa o real, ao mesmo tempo em que se transforma em um jogo.
O desenho representa, em parte, a mente consciente da criança, mas também é uma forma interessante de fazer uma conexão com o inconsciente. Portanto essa manifestação da criança está repleta de simbolismo e mensagens.
Ao pensar na questão do modelo, percebe-se que a criança ao desenhar, na realidade, está expondo o seu "mundo real" para os demais, como ela o vê e sente. O desenho manifesta o desejo da representação, mas também, antes de tudo, é medo, é opressão, é alegria, é curiosidade, é afirmação, é negação. Ao desenhar, a criança passa por um intenso processo vivencial e existencial.
Fonte: Revista Psique
I ENCONTRO DE PSICOLOGIA HOSPITALAR DO HOSPITAL MUNICIPAL SÃO JOSÉ – “Conhecendo a Realidade Joinvillense”
Promotor: Hospital Municipal São José (HMSJ)
Data: 25/08/11
Local: Auditório do HMSJ – Rua Plácido Gomes, 488 – 3º andar (entrada pelo prédio administrativo)
Inscrições gratuitas e limitadas: srmept@yahoo.com.br
Mais informações: (47) 3441-6629/ 6546
Indicação de Filme para assistir neste fim de semana!
Hoje, vai uma dica de filme para assistir no fim de semana!
Para quem ainda não assistiu, esta é a chance!
Para quem já assistiu vale a reflexão e a discussão sobre os temas "violência e abuso sexual".
Preciosa - Uma História de Esperança
Título original: (Precious: Based on the Novel Push by Sapphire)
Lançamento: 2009 (EUA)
Direção: Lee Daniels
Atores: Gabourey Sidibe, Mo'Nique, Rodney Jackson, Paula Patton.
Duração: 110 min
Gênero: Drama
Status: Arquivado
Para quem ainda não assistiu, esta é a chance!
Para quem já assistiu vale a reflexão e a discussão sobre os temas "violência e abuso sexual".
Preciosa - Uma História de Esperança
Título original: (Precious: Based on the Novel Push by Sapphire)
Lançamento: 2009 (EUA)
Direção: Lee Daniels
Atores: Gabourey Sidibe, Mo'Nique, Rodney Jackson, Paula Patton.
Duração: 110 min
Gênero: Drama
Status: Arquivado
Sinopse
1987, Nova York, bairro do Harlem. Claireece "Preciosa" Jones (Gabourey Sidibe) é uma adolescente de 16 anos que sofre uma série de privações durante sua juventude. Violentada pelo pai (Rodney Jackson) e abusada pela mãe (Mo'Nique), ela cresce irritada e sem qualquer tipo de amor. O fato de ser pobre e gorda também não a ajuda nem um pouco. Além disto, Preciosa tem um filho apelidado de "Mongo", por ser portador de síndrome de Down, que está sob os cuidados da avó. Quando engravida pela segunda vez, Preciosa é suspensa da escola. A sra. Lichtenstein (Nealla Gordon) consegue para ela uma escola alternativa, que possa ajudá-la a melhor lidar com sua vida. Lá Preciosa encontra um meio de fugir de sua existência traumática, se refugiando em sua imaginação.
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Sejam bem vindos!
A iniciativa de criar um blog é um começo para compartilhar vivências e interagir com o grupo!
Este espaço esta destinado para discussões e postagens de conteúdos que auxiliarão em nossos estudos sobre psicologia.
Indicação de filmes, artigos, livros e revistas - discussão sobre trabalhos e divulgação de eventos.
Aqui tudo é válido! Só não é válido ficar no anonimato!
Vamos trocar experiências e conhecer melhor o nosso grupo.
Fiquem a vontade, a casa é nossa!
Este espaço esta destinado para discussões e postagens de conteúdos que auxiliarão em nossos estudos sobre psicologia.
Indicação de filmes, artigos, livros e revistas - discussão sobre trabalhos e divulgação de eventos.
Aqui tudo é válido! Só não é válido ficar no anonimato!
Vamos trocar experiências e conhecer melhor o nosso grupo.
Fiquem a vontade, a casa é nossa!
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